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Atualização em 11-May-2008 22:54
Voltar Novidades 2008
Mudanças na Resolução 203/06 que disciplina o uso de capacetes O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou na última quinta-feira (06/12) a Resolução 257 que estabelece nova penalidade para quem estiver utilizando capacete em desacordo com as regras previstas na Resolução 203. Considerado anteriormente como infração gravíssima, o uso de capacete irregular passa a ser considero infração grave. De acordo com a Resolução 203, a partir de 01 de janeiro de 2008 os condutores e passageiros de motocicletas deverão utilizar capacetes com selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado e elementos refletivos de segurança. Esses adesivos refletivos deverão ser fixados nas partes laterais e traseira do equipamento e deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados). Segundo a redação anterior, as penalidades tanto para quem estivesse sem capacete quanto para aqueles que estivessem com equipamento irregular eram as previstas nos incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação. Após estudos, o Contran decidiu pelo mérito do pleito dos motociclistas, definindo que para o uso irregular do capacete deverão ser aplicadas as sanções previstas do inciso X do art. 230 do CTB, multa de R$ 127,69, cinco pontos na Carteira de Habilitação e retenção do veículo para regularização. A exclusão da penalidade de suspensão do direito de dirigir e do recolhimento do documento de habilitação eram as principais reivindicações dos motociclistas. As normas do Contran proíbem ainda a fixação de película na viseira do capacete, sendo que durante o período noturno é obrigatório que a viseira seja do padrão cristal. Para os equipamentos que não possuem viseira é obrigatório o uso de óculos de proteção. ![]() CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO RESOLUÇÃO Nº 257, de 30 de novembro de 2007 Altera o art. 4º da Resolução nº 203/2006, que disciplina o uso de
capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta,
ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizados, e dá outras
providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve: Considerando o disposto no inciso I dos artigos 54 e 55 e nos incisos I e II do artigo 244, e no inciso X do art. 230, do Código de Trânsito Brasileiro e o contido no processo nº 80001.002909/2007-14, Considerando o estabelecido na Deliberação nº 59, de 17 de julho de 2007, RESOLVE: Art. 1º. Os artigos 4º e 5º da Resolução nº 203/2006, passam a vigorar com a seguinte redação: 'Art. 4º. Dirigir ou conduzir passageiro sem o uso do capacete implicará nas sanções previstas nos incisos I e II do art. 244, do Código de Trânsito Brasileiro. Parágrafo único. Dirigir ou conduzir passageiro com o capacete fora das especificações contidas no artigo 2º desta Resolução, incidirá o condutor nas penalidades do inciso X do art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro.' 'Art. 5º. Esta Resolução entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2008, revogando os artigos 1º, 2º e 4º da Resolução nº 20, de 17 de fevereiro de 1998.' Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação (06/12/07). Fonte: Departamento Nacional de Trânsito |
Família unida em duas rodas (05/12)Uma casa em que a moto é uma das estrelas. E em que a família está unida em torno da mesma paixão
Wagner
Duarte é bicampeão cearense de Moto Arrancada. Títulos esses
conquistados em 2006 e 2007. Em casa, no entanto, ele não é a única
estrela. Em cima desses veículos de duas rodas, seus dois filhos fazem
apresentações de deixar a platéia de cabelo em pé.José Duarte, 10 anos, e Wagner Filho, 7 anos, sobem, ficam de cabeça pra baixo, em pé, de lado, desafiando a lei da gravidade. “Eles mesmos que criaram as piruetas”, relata a orgulhosa mãe, Ana Paula. Especialmente para eles, as motos foram adquiridas no exterior, precisamente no Japão e Aústria. Uma é a Suzuki 50 e a outra, uma KTM infantil. Entretanto, o fascínio por motos veio de longe, começando pelo avô dos meninos, o pai do próprio esportista, Ismar Duarte. Segundo Wagner, ele foi um dos grandes motociclistas do Rio Grande do Norte, nas décadas de 50 e 60, num tempo em que moto era um objeto difícil de se ver na paisagem. “Na moto, da marca Monark que nem se fabrica mais, ele executava manobras incríveis, como andar em locais de pouco espaço e bem estreito como em cima de muros. Mesmo hoje não é fácil fazer isso. Eu mesmo não consigo”, confessa o piloto. Para o bicampeão, a paixão por esse tipo de veículo iniciou-se quando
tinha apenas três anos, em 1975, ao presenciar o pai comprar uma moto
para o irmão que completara 10 anos de idade, uma GT-50 Yamaha. Hoje,
exposta em sua residência, no município de Maranguape, ele avalia que é
a peça de decoração mais valiosa que possui.Dentro da casa, inclusive, existe um ambiente totalmente dedicado ao universo do motociclismo. No espaço - uma espécie de garagem - podemos encontrar sua moto e de seus filhos, além de retratos, souvenirs, troféus e uma coleção de jaquetas de diversas marcas e modelos, com seus macacões pessoais (dele e dos filhos) exibidos em manequins. Atualmente, a moto que pilota e compete é uma Suzuki GEXR 1000, carinhosamente por ele batizada de “Sred 1000”. Para ele, a escolha da marca diz muita coisa justamente pelo momento atual do esporte que “respira”, a moto arrancada. Para Wagner, moto é sinônimo de paixão. “Ser motociclista é um estilo de vida”, diz categórico. No motociclismo mundial seu ídolo é o italiano Valetino Rossi - sete vezes campeão internacional. Entre
várias medalhas e troféus que ganhou, para ele, há um especial: o
troféu conquistado no primeiro Campeonato Cearense de Moto Arrancada.
Dos souvenirs, o mais especial é uma jaqueta que foi comprada no mesmo
dia da aquisição de sua primeira moto. “Essa jaqueta é 1975. Ela tem 32
anos de idade, sendo uma peça rara”, afirma.Os planos são dois: conquistar o tricampeonato em 2008 e fortificar ainda mais o segmento. “Isso para gente fazer etapas não só no Ceará, mas fora do estado para disputar em rede nacional. “No caso de arrancada, os nossos tempos são muito competitivos em relação aos outros atingidos no Sul e Sudeste”, afirma o piloto. Para quem quiser se inserir em moto arrancada, ele aconselha que não é bom “entrar de cara”. Avisa que o ideal é comprar uma motocicleta no máximo de 500 cilindradas e andar durante uns seis meses (no mínimo) para depois comprar uma mais potente. A partir daí, é só emoção e adrenalina. Pilotagem “Acredito que no decorrer de um ano a pessoa estaria pronta. Paralelamente, indicaria que fizesse um curso de pilotagem defensiva e agressiva. E diria mais: tenha cautela no primeiro ano, aprenda, leia, se informe da modalidade, que você só tem a ganhar”, pondera. No caso do motociclismo atual, ele avalia que é uma modalidade em crescimento, se popularizando a cada ano. Nesse esporte, por exemplo, ele afirma que está trazendo profissionais liberais como médicos, advogados, entre outros, para o ambiente das duas rodas. O que falta, diz ele, é o apoio. “As grandes marcas hoje lucram muito no País e investem pouco. Se o retorno fosse maior da parte delas, aposto que todos ganhariam”, conclui Wagner Duarte. Jota Pompílio - Repórter - Fonte: Diario do Nordeste |
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MOTOS DO FUTURO (22/11)
Muitos desses modelos ainda são conceitos, como a Honda DN-01
apresentada na edição passada do Salão e mostrada novamente. Com
transmissão automática, a DN-01 promete revolucionar a categoria
grã-turismo. Segundo o fabricante é fácil de pilotar e muito
confortável, já que oferece uma boa posição de pilotagem (banco baixo e
largo, como nas motos custom). A grande novidade é que a DN-01 com
visual futurista e câmbio automático deve ser comercializada em breve.
Provando que o futuro é agora. Texto Aldo Tizzani /Agência INFOMOTO - Fonte: Site Mototour |
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Rocket III Touring(24-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) O modelo ganhou novo quadro, novas rodas e suspensão reforçada que o deixou mais de acordo ao estilo dos modelos Touring. Outras alterações incluem ainda um assento mais largo, que tornou a pilotagem mais confortável, grafismos mais modernos além de bolsas laterais, úteis para se guardar pequenos objetos como jaqueta e capacetes. A Rocket III Touring estará exposta para o público no Salão de Milão, em novembro, com previsão de chegada às concessionárias para o início de 2008. |
Superesportiva 1125R(23-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) A grande novidade do modelo esportivo está no inédito motor fabricado pela Rotax com refrigeração líquida, em substituição aos já tradicionais propulsores da Harley-Davidson que vinham equipando a linha Buell, divisão esportiva da Harley, ao longo dos anos. A fabricante austríaca, a pedido da Harley, desenvolveu um novo motor de dois cilindros em “V”, capaz de desenvolver 146 cv de potência. Com isso, este propulsor inova não apenas por ser o mais potente a equipar uma motocicleta Buell, mas também por ser o primeiro a oferecer refrigeração líquida em um modelo da marca. A transmissão é de seis velocidades, com a final feita por correia dentada. Destaque também para a carenagem que promete uma excelente proteção aerodinâmica. Nesta mesma carenagem, estão fixados os espelhos retrovisores que contam com as luzes do pisca integradas. Nas laterais, estão duas semi-carenagens que dão um aspecto diferenciado ao desenho do conjunto, além de funcionarem como dutos de ar para o resfriamento dos dois radiadores — um de cada lado. Diferentemente dos outros modelos comercializados pela fabricante americana, o assento está em dois níveis, o que resultou em uma rabeta com desenho um pouco mais alongado, reforçando o apelo esportivo da moto. Segundo o Grupo Izzo, já se pode encomendar o novo modelo, que vai chegar em janeiro na cor preta com o quadro na cor azul e cotado entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. |
Ulysses XB12X(23-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) |
TT-R 230(20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) Com visual inspirado na linha de competição YZ, a moto é uma excelente opção para quem esteja iniciando na prática do off-road. Bastante divertida de se pilotar, a moto traz baixa altura do assento. A TT-R 230 está equipada com motor monocilíndrico, quatro tempos de 223cc, refrigerado a ar e com duas válvulas no cabeçote. O propulsor é praticamente o mesmo da “aposentada” XT 225, um motor confiável que fornece torque e potência em ampla faixa de utilização para a prática do fora-de-estrada. Para completar, a TTR-230 conta com câmbio de seis velocidades. A suspensão dianteira tem curso de 240 mm, enquanto a traseira é dotada de um novo sistema de link da suspensão, também responsável pela progressividade e grande absorção dos impactos com o solo. A TT-R 230 custa R$ 9.940,00. |
Motos conceituais(20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) A montadora irá expor na feira as futuristas Biplane e Crosscage, motos que infelizmente ainda não tiveram muitas informações decifradas, já que a fabricante disponibilizou por enquanto apenas uma versão em japonês desses dados. Já se sabe, porém, que a Biplane será equipada com um motor V4, enquanto a Crosscage contará com um propulsor alimentado por célula de hidrogênio. O “Tokyo Motor Show 2007” será realizado entre os dias 27 de outubro e 11 de novembro. |
TTR 125 (E e EL)(20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) |
Indicador de Marchas para Superesportivas(20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) Como são motos que normalmente funcionam em altas rotações para otimizar sua performance, quando em ritmo mais moderado parecem pedir uma sétima ou oitava marcha que inexiste. A Healtech Eletronics lançou a GI-pro, um indicador de marchas de fácil instalação para alguns modelos de motos da Suzuki, Kawasaki e Triumph. São necessários de 10 a 30 minutos para conectá-lo, sem necessidade de desmontar a carenagem ou painel de instrumentos. Conectado diretamente ao sensor de marchas da moto, o GI-pro oferece uma leitura instantânea e confiável da marcha em uso. O GI-pro é resistente à chuva e a umidade e vem com garantia de dois anos, sendo que na Europa é possível encontrar este útil acessório por 119 Euros. |
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KTM apresenta modelos novos (20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) O êxito obtido com o lançamento da KTM 690 SM, neste ano, animou a empresa austríaca a reforçar sua presença neste segmento de motos monociclíndricas. Todas essas motos trazem consigo o “DNA” da KTM, ou seja, são potentes, rápidas e eminentemente esportivas. A 690 Duke é apresentada com um design esportivo e agressivo, sendo orientada para o uso em estradas de asfalto e em cidades. A nova 690 SMC, uma supermotard de apenas 139 Kg (peso seco), motor com sistema eletrônico de injeção e 62 HP´s de potência, oferece uma incrível combinação entre necessidades de competição e uso “dual sport”, enquanto a 690 Enduro é uma pura “off-road”. O modelo 690 SM-R não constitui propriamente uma novidade, mas se apresenta com mais sofisticação em relação ao modelo anterior, a bem sucedida 690 SM. Já em relação a Stunt 690, uma radical motocicleta de “freestyle”, não há uma data prevista para que ela entre em fabricação. O objetivo de sua criação, obra do chefe de desenho da KTM, Gerald Kiska, foi lançar olhos sobre um estilo de vida mais moderno sobre duas rodas. |
As motocicletas vovós, verdadeiras raridades, também cativam uma boa parcela do público. Em uma área especial, destinada exclusivamente para elas, foram expostas máquinas clássicas, que pelo estado de conservação não aparentam nadinha a idade de fabricação. As mais antigas datam de 1950: a Jawa Perak 250cc e a Matcheless. Para os nostálgicos, o espaço das velhinhas é um prato cheio de recordações e admiração. |
Harley leva quatro lançamentos ao Salão (20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) A lendária marca norte-americana apresentou na feira a linha Dyna, inédita no Brasil e em duas versões: Custom e SuperGlide, de estilo clássico e equipadas com um motor de 1600cc. A chegada desses modelos ao país está prevista para 2008 e devem custar menos de R$ 40 mil, de acordo com Paulo Izzo, presidente do grupo responsável pela importação das motocicletas HD para o território nacional. Outra novidade é a Rocker, uma moto feita para ser customizada, empurrada por um propulsor de 1600 cilindradas. Já a XL 1200 Nighster foi criada em homenagem aos 50 anos da linha Sportster, enquanto a Night Road Special recebeu o motor Revolution de dois cilindros em V e 1250cc. Todas as motos da Harley contam com freios da marca Brembo. Durante a coletiva de imprensa realizada na manhã de ontem, Paulo Izzo revelou ainda a ampliação do número de motos fabricados pela HD em Manaus. Serão 15 modelos, com destaque para toda a linha Sportster e também a Heritage Softail. |
O Spyder deve começar a ser comercializado no Brasil em fevereiro de 2008. Segundo informações da BRP Brasil, o preço deve girar em torno de R$ 73 mil. Com design arrojado, o modelo está equipado com motor de dois cilindros em “V”, de 998 cm³, que gera uma potência de 103 cv. |
Os eixos de transmissão estão dispostos verticalmente, para diminuir o comprimento do motor. O alternador, mais potente, compacto e leve, está localizado no extremo esquerdo do virabrequim, reduzindo assim as perdas mecânicas. A transmissão de seis velocidades atua através de um novo sistema hidráulico, que exige menos pressão sobre o manete para uma resposta mais eficiente. O chassi de duplo berço em aço está mais rígido. A suspensão dianteira telescópica e de amortecimento hidráulico, possui pré-carga da mola ajustável para adaptar-se às diferentes cargas e preferências do piloto. A suspensão traseira é monoamortecida e trabalha através de um sistema link progressivo, projetado para responder suavemente, mas de maneira eficaz, às irregularidades do terreno. O freio dianteiro é composto por duplo disco flutuante de 310mm de diâmetro, mordido por pinças de quatro pistões opostos. O disco traseiro mede 240mm de diâmetro e é mordido por pinça deslizante de pistão simples. A posição do guidão e a altura do assento são reguláveis. Os manetes de embreagem e o freio também podem ser ajustados em quatro posições. O painel possui tacômetro analógico e uma tela de LCD com velocímetro, marcador de combustível e relógio. Há também indicadores de ponto-morto, pressão do óleo, farol alto, temperatura da água e indicador de falhas do sistema de injeção eletrônica. A Bandit 650cc, modelo 2008, semi-carenada ou naked pode ser encontrada nas cores preta e azul. |
Destaque para o pára-lama mais curto, rodas raiadas de 17 polegadas — calçadas com pneus street Pirelli MT-75, 100/80 na dianteira e 110/80 na traseira — e proteção das bengalas feitas com material fosco. Para completar o visual arrojado, os cubos das rodas, balança e o garfo dianteiro também são pintados na cor preta. A X da Yamaha, que tem como base a XTZ 125, ganhou lentes dos piscas transparentes. Se comparada com a irmã on/off-road, a “X” está com entre-eixos e trail maiores (1.345 mm) e (112 mm). O ângulo de cáster diminuiu para 27o em relação à XTZ 125. Como nas outras 125cc da marca, a motard da Yamaha conta com motor monocilíndrico de quatro tempos, refrigerado a ar, que gera 12,5 cv de potência máxima. O preço público sugerido é de R$ 7.167,00 (XTZ 125XK – partida a pedal) e R$ 7.961,00 (XTZ 125XE – partida elétrica). Ambas são equipadas com freio a disco na dianteira. |
Custom Popular - Miza Drago 150 (20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) Os modelos custom trazem um estilo característico, além de conforto, o que agrada a muitos motociclistas. No quesito estilo a Miza Drago pode conquistar quem busca uma moto estradeira mais “popular”. Afinal, traz um largo banco, diversos cromados e uma posição de pilotagem confortável por um preço razoável. O que pode não cair no gosto de quem procura uma moto para viajar é o baixo desempenho do motor de um cilindro e 149,4 cm³, refrigerado a ar. Com comando de válvulas por vareta, produz apenas 10,8 cv de potência máxima a 9.000 rpm – até mesmo a Yamaha YBR com motor menor, de 125cc, é mais potente, oferece 12,5 cv. Importada da Ásia e montada em São Paulo (SP) pela Miza, a Drago está cotada a R$ 9.490,00. Preço superior a outras motos de mesma capacidade cúbica – como a Honda CG 150 ESD (R$ 6.800,00), que não traz tantos cromados e equipamentos de série. Entretanto os modelos custom costumam ter um preço um pouco mais salgado mesmo em outras faixas de cilindrada. Muitos cromados O design da Drago segue à risca a filosofia custom, até com certo exagero. Há cromados por todos os lados. A lateral é dominada pelas quatro ponteiras de escape – duas de cada lado – e também pelo suporte da pedaleira da garupa, que sustenta um útil bagageiro e o sissy-bar (encosto). Na dianteira, esta Miza traz um farol principal e dois pequenos auxiliares, poupando os proprietários de investirem neste equipamento comumente instalado nas custom. Chama atenção ainda o painel completo. São três relógios no guidão, sendo um velocímetro maior, um medidor da carga da bateria e conta-giros. Há ainda um painel sobre o tanque com luzes de advertência e marcador de combustível. Com boa capacidade (15 litros), o tanque traz uma pintura com o desenho de uma águia, ícone para os motoclubes e fãs de custom. Já a rabeta é bicolor em preto e creme. O fato de ser uma custom bem equipada faz com que a Drago seja pesada para a categoria: 132 kg a seco, 24 kg a mais que a street Yamaha YBR de 125cc. Isso evidencia ainda mais o baixo desempenho do propulsor. Bem equipada - A parte ciclística é fiel às motos custom: quadro berço duplo em aço, suspensão telescópica na dianteira e sistema bichoque na traseira, com amortecedores ajustáveis na pré-carga da mola. São bastante macias e proporcionam conforto ao piloto. O sistema de freios traz disco com pinça de um pistão, na frente, e um tambor, atrás. Como o desempenho da Drago não surpreende e a velocidade não passa dos 100 km/h (segundo o Manual do Proprietário a máxima é de 85 km/h), eles dão conta do recado. Outros equipamentos de luxo da Drago são a trava de guidão no miolo da chave, partida elérica e a pedal e as pedaleiras no melhor estilo plataforma, tanto para o piloto quanto para a garupa, sem falar no encosto e bagageiro. O conforto é um dos pontos altos do modelo. Com uma ciclística bem resolvida, destaque para a boa inclinação da Drago 150 nas curvas e a estabilidade nas retas. Ultrapassado Outro ponto negativo da custom Miza é o câmbio de cinco marchas rotativo ultrapassado – similar ao da motoneta Honda Pop. Com todas as marchas para baixo, pode ir de quinta marcha para o neutro em caso de descuido do piloto. O motor com comando por varetas (OHV), alimentado por carburador, já está defasado e é o principal “culpado” pela falta de fôlego. Como o teste foi feito em uma pista fechada e plana, não foi possível verificar o comportamento da moto em retomadas e subidas. Porém, já se pode prever que não será muito animador. Com limite de carga em 150 kg, incluindo piloto, garupa e bagagem, e com pouca potência e torque (1,02 kgf.m a 7.000 rpm) a Miza Drago 150 é uma custom muito mais no visual do que na sua essência. FICHA TÉCNICA - Miza Drago 150 Motor Um cilindro, OHV, refrigeração líquida Capacidade cúbica 149,4 cm³ Potência máxima (declarada) 10,8 cv a 9.000 rpm Torque máximo (declarado) 1,02 kgf.m a 7.000 rpm Câmbio 5 velocidades rotativo Transmissão final corrente Alimentação carburador Partida Elétrica/Pedal Quadro Berço duplo Suspensão dianteira Telescópica convencional Suspensão traseira Balança com dois amortecedores (bichoque) Freio dianteiro Disco ventilado com pinça de um pistão Freio traseiro A tambor Pneus 110/90-16 (diant.)/ 130/90-15 (tras.) Comprimento 2145 mm Largura 800 mm Altura 1135 mm Distância entre-eixos 1485 mm Distância do solo não disponível Altura do assento 740 mm Peso seco 132 kg Tanque de combustível 15 litros )1,5 de reserva) Cor Preta |
Fazer 250 Limited Edition (20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) Outro item que seguiu a tendência “black” foi o escapamento e o protetor anti-queimadura. Na rabeta, o logotipo “Limited Edition” em vermelho combina com a lanterna composta por lentes de cristal. As rodas de liga leve ganharam uma faixa vermelha no aro. Na dianteira, o conjunto óptico da série especial ganhou pisca com lente branca e farol com aro em preto fosco. Outros destaques da Fazer 250 Limited Edition são: o pára-lama, o garfo e as aletas também na tonalidade negra. Para uma melhor visualização das informações, o painel ganhou novo grafismo em fundo branco e um sutil contorno do aro em preto. A Fazer 250 “Limited Edition” utiliza motor monocilíndrico de quatro tempos, de 249cc, que também recebeu a pintura em preto, alimentado por injeção eletrônica de combustível. O preço público sugerido é de R$ 10.773,00. |
MT - 03(20-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) |
Capacete com air bag para motociclistas é anunciado -
Ariadna Boada (19-10)
O primeiro capacete equipado com airbag para motociclistas, um produto
de segurança que parecia impossível devido às complicações técnicas que
oferecia, enfim chegará ao mercado por obra da APC Systems, uma empresa
de Barcelona. Depois de mais de três anos de trabalho e de
investimentos próximos de 1,5 milhão de euros, acompanhados por
numerosos testes e provas de homologação, o capacete pode ser colocado
à venda na Espanha no começo de 2008, de acordo com seus criadores.
O dispositivo APC (airbag protetor cervical) fica instalado ao lado da bateria da motocicleta. Em caso de acidente ou colisão, o aparelho emite um sinal de rádio que aciona o dispositivo de disparo do airbag que o motociclista leva incorporado ao capacete. O airbag, ativado, protege a região cervical do motociclista. Os inventores do novo produto garantem que, da colisão ao acionamento do airbag, o tempo é de apenas 15 centésimos de segundo. "Menos tempo do que demoramos para piscar", garante Francisco Vera, diretor técnico da empresa.
A peça desenvolvida pela equipe da APC é o dispositivo instalado na bateria da motocicleta para a emissão do sinal, que até agora representava o principal obstáculo a tentativas anteriores de produzir um capacete com airbag. "O que conseguimos é que esse dispositivo seja como um cérebro capaz de emitir ordens", disse Jordi Aránega, gerente da APC. Os demais componentes, como o capacete, o airbag e o sistema que o infla, são fabricados por diferentes empresas européias e norte-americanas.
A idéia de melhorar a segurança dos motociclistas surgiu quatro anos atrás em uma conversa entre amigos. Devido à convicção de que seria possível desenvolver um bom produto, a APC Systems foi constituída por quatro sócios em 2004. A empresa investiu 1,5 milhões de euros no desenvolvimento de seu sistema, e até o momento estava se dedicando apenas a pesquisas. "Nós mesmos nos surpreendemos por ninguém ter tentado antes desenvolver um capacete que aumentasse a segurança do motociclista", diz Aránega, apontando que 65% dos acidentes de trânsito que acontecem em cidades tem uma motocicleta como um dos veículos implicados.
A projeção de faturamento da empresa de Barcelona é de 2,5 milhões de euros no primeiro. "Estamos certos de que começaremos a vender na Espanha, mas em curto prazo devemos estender nossas atividades ao resto da Europa", diz Aránega. Os responsáveis pela companhia ainda não estabeleceram o preço do novo capacete, mas asseguram que estará perto do cobrado "pelos produtos de boa qualidade".
A APC Systems está sediada no bairro de Poblenou, em Barcelona, e no momento tem seis funcionários. O projeto do grupo foi respaldado com empréstimos e subvenções pelo Cidem, Barcelona Activa e CDTI.
La Vanguardia
Moto Amazonas renasce no mercado (14-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) Considerada na época a maior moto do mundo e também a única a dispor de marcha à ré, a máquina de nome bem patriota terá a AME 250 C1 como carro-chefe de sua nova linha de produtos. Com um visual retrô e design italiano, o modelo empurrado por um motor de 250 cilindradas apresenta rodas de liga, suspensão calibrosa, freio a disco duplo, indicação de marchas e medidor de combustível. Há ainda a versão “policial” AME P, equipada com um kit de sirenes com três tons que funciona com alto-falantes integrados, ligados ao microfone sem fio (lapela), que permite o policial interagir com o usuário. Oferece também três bolsas laterais, giroflex, garupa com encosto e local para guardar o capacete. O preço da AME 250, segundo a assessoria de imprensa da Moto Amazonas, será divulgado em breve. |
Buell XB 12 S (14-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) |
A mítica Amazonas (14-10-07- Enviado por Luis Bolsoni) A Amazonas nasceu no início dos anos de 1970 sendo a primeira moto no mundo a ter marcha à ré, além de ser uma verdadeira salada de peças de carros e caminhões da época. O câmbio, da marca Volks, tinha a ré em alavanca à parte, para que não fosse confundida com as outras marchas, as quais eram acionadas pelo pé esquerdo, como nas motocicletas convencionais. A transmissão final utilizava corrente, mais simples de fabricar que um cardã, empregado pela maioria das motos estradeiras acima de 1000 cm³. A suspensão traseira contava com duas molas auxiliares, paralelas às originais e, na dianteira, dois amortecedores de direção do Fusca, colocados lateralmente aos telescópicos dianteiros. O sistema de freios era composto por dois discos de Ford Corcel na frente e apenas um atrás, com pinças do VW Variant, sendo usado o cilindro mestre do Fusca. Para a estrutura, foram utilizados pedaços dos quadros de uma Harley-Davidson e de uma Indian 1200 de 1950. A parte inferior foi construída artesanalmente e, inclusive, aprovada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP. Um tanque de combustível de 24 litros, carenagens laterais atrás do motor, banco largo, farol retangular, itens cromados em profusão, dois porta-objetos no pára-lama traseiro e um bagageiro eram outros itens chamativos do conjunto. O painel era composto por velocímetro e conta-giros, emprestados do esportivo Puma, além de luzes-piloto. Uma luz vermelha indicava o uso da marcha à ré, com engate pela alavanca à direita. Em 1978, depois da venda do projeto dos mecânicos ao grupo Ferreira Rodrigues, foi lançada para o consumo nacional a primeira Amazonas, que atraiu a atenção de milhares de pessoas. O ano marcaria também a produção de um modelo a álcool, uma incrível inovação para a época. Com 2,32 metros de comprimento e 1,67 m entre eixos, era muito maior e mais pesada que qualquer moto nacional — e uma das mais avantajadas do mundo. A grande moto obteve velocidade máxima entre 133 e 144 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 a 10,3 segundos. O consumo em cidade era de 11 km/L, e em estrada, de até 16 km/L. A Amazonas
ganhou destaque pelo mundo, sendo exportada para várias partes do
planeta, como Japão, EUA, França, Suíça e Alemanha. A extinção do
modelo aconteceu em 1988, mas uma série especial, com seis motos, ainda
foi produzida no ano seguinte, fechando a trajetória de um trabalho
revolucionário. |
Sem gasolina, nem fumaça |
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Construída para uso diário, a Enertia é a nova opção de veículo elétrico que pode ser recarrregado em apenas três horas |
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Texto: Francis Vieira ( Revista 2 Rodas) No futuro, as motocicletas elétricas poderão invadir as ruas de forma massiva, pelo menos é o que parece com os novos modelos. Fabricada pela Brammo´s (empresa especializada em veículos de baixa emissão de poluentes) a Enertia é uma motocicleta elétrica que oferece boa autonomia e tem recarga rápida, ideal para o uso diário na cidade.
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A nova versão RR virá mais apimentada que sua antecessora: o motor é o mesmo bicilíndrico com pistões gêmeos de 800 cc alimentado por injeção eletrônica,
porém, recebeu algumas alterações e agora gera 100 cv, contra 85 cv
na versão S. Os engenheiros abriram mão da semi-carenagem e adotaram o tradicional farol
redondo.Essa troca é suficiente para que ela possa competir com as nakeds A versão completa da BMW F 800RR vai custar algo em torno de 12.000 euros e
virá equipada com freios ABS, computador de bordo, aquecedor de manoplas,
banco em dois níveis, escape Akrapovic em titânio e guidão esportivo. A versão mais barata custará 9.500 euros e também será uma opção de entrada da linhagem esportiva da marca. Não há data prevista para o lançamento.
Há menos de quatro meses para sua apresentação oficial, a nova RS-V4 da
Aprilia já foi flagrada em testes pela imprensa especializada. As informações divulgadas pela Europa ainda são tímidas, mas já se fala que o
quadro desta nova "macchina" italiana é algo completamente novo, diferente de
qualquer outro disponível pela Aprilia em sua linha atual de motocicletas. De acordo com a imprensa estrangeira, o modelo tem estilo esportivo e desenho
arrojado, bem ao gosto dos fãs da marca italiana. Fonte:Agência Infomoto
Triumph Pode Lançar Nova Tiger
Mais um rumor envolvendo a Triumph começa a circular pela mídia européia, desta vez envolvendo o modelo Tiger, integrante da linha Sport Touring da marca britânica. De acordo com as especulações, a fabricante deve apresentar no Salão Internacional de Paris, em setembro, uma nova versão da motocicleta, equipada com um motor de 675cc. O propulsor seria o mesmo adotado na recém-nascida naked Street Triple, que também empurra a já consagrada esportiva Daytona 675. A aposta é que o novo modelo entre na briga pela fatia do mercado onde se encontram as rivais Yamaha Fazer 600 e Suzuki V-Strom 650.
Moto Solar Urbana
Já imaginou nunca mais precisar gastar dinheiro com o combustível de sua moto? Pois bem, o que parecia impossível está prestes a chegar ao mercado internacional.
Isso porque a Sun-Red, empresa espanhola especializada em tecnologia automotiva, acaba de apresentar na Europa o projeto de sua “Moto Solar Urbana”. Nada mais que um scooter movido pela luz solar e capaz de alcançar 50km/h de velocidade máxima. Por qualquer ângulo, o scooter da Sun-Red esbanja inovação. Por fora, uma espécie
de cúpula retrátil tem o trabalho de armazenar toda a energia solar e
transformá-la em combustível para o pequeno motor elétrico ligado diretamente
à roda traseira. Quando o veículo está parado, a cúpula se fecha proporcionando a máxima captação
de energia solar, com uma superfície de cerca de três metros quadrados. Já
durante os deslocamentos, pode-se optar pela abertura total ou não, de acordo
com a vontade do condutor. Duas pequenas aberturas laterais para as manoplas do guidão em conjunto com um pequeno pára-brisa permitem ao piloto conduzir o veículo sem maiores problemas, mesmo com a cúpula totalmente fechada.
GSX-R 1000 Com Novas Cores
A Suzuki revelou as primeiras imagens da GSX-R 1000 com as novas cores para a linha 2008.
As novas opções, por enquanto, estão disponíveis apenas para o mercado americano.
Além do azul com branco, a montadora japonesa adicionou outros dois esquemas de cores: preto com dourado ou branco com prata, este último, muito semelhante ao grafismo incorporado na edição
limitada da superesportiva Hayabusa,lançada há poucas semanas
na Europa.
A Suzuki não informou suas intenções em disponibilizar essas
cores para outros mercados. Dessa forma, para os motociclistas
brasileiros,resta apenas esperar para saber se a novidade vai
desembarcar por aqui.
Maxi Scooter Burgman 650
O Burgman 650 tem motor de dois cilindros capaz de levá-lo facilmente aos 190km/h.
A potência é de 55 cv, alimentada por um sistema de injeção eletrônica.O Câmbio é
automático e dispõe de 5 marchas, indicadas no painel de cristal líquido, usadas
de forma automática nas opções "convencional" ou "esportiva". Além disso, as mar-
chas podem (se o piloto quiser) serem engatadas manualmente por botões localizados
no punho esquerdo.
Os freios tem sistema ABS e basta acionar um deles para os dois (dianteiro e tra- seiro) frearem na medida certa e ao mesmo tempo. Inúmeros acessórios fazem do Burgman 650 um luxo. O pára-brisa tem ajuste elétrico, assim como os espelhos retrovisores, que se recolhem ao apertar de um botão, para casos de tráfego intenso.
Piloto e garupa têm encostos ajustáveis. Há três porta-objetos no escudo, dois
abaixo do guidão, um espaçoso porta-luvas e um porta-malas embaixo do banco que
comporta bagagem de duas pessoas. O Burgman 650 chega ao Brasil através de
importadores independentes. O preço fica em torno de R$ 50 mil.
Nova Suzuki GSX-F será uma 650-F ?
A nova Suzuki GSX-Fela é uma das novidades que a Suzuki apresenta para sua linha de modelos de 2008 e que possivelmente começa a ser comercializada no Brasil no início de 2009. Uma de suas maiores novidades será o abandono do motor de 750cc e a adoção de um novíssimo propulsor de 650cc, similar ao que equipará a Bandit. Visualmente, a segunda maior modificação estará na carenagem ,tornando-a, de frente, muito parecida com as motos da linha GSX-R da Suzuki. Com esta rejuvenescida, a linha GSX-F deve manter sua reputação de moto de excelenterelação de custo-benefício.
Uma motocicleta para quem quer entrar no mundo das esportivas
por um custo mais acessível.
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